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Cinema em Palavras

mês

junho 2016

Loucamente apaixonados

Devido ao trágico acidente que resultou na morte de Anton Yelchin, decidi postar minha opinião sobre o filme Loucamente Apaixonados.

Infelizmente o mundo se despediu (cedo demais) de um talentoso ator que tinha uma carreira brilhante pela frente.

Loucamente Apaixonados é uma história de dois jovens adultos que se conhecem em uma universidade de Los Angeles. Anna (Felicity Jones) é britânica e está se especializando e Jacob (Anton Yelchin) é assistente de seu professor. Os dois começam a sair juntos e eventualmente tornam-se um casal de namorados claramente apaixonados um pelo outro.

Anna, por sua vez, precisa ir embora para Inglaterra para não expirar seu visto, mas por inconsequência de ambos ela decide ficar com Jacob durante mais dois meses. Logo quando voltou para Inglaterra para um casamento e quis voltar, posteriormente, para os Estados Unidos foi impedida já no aeroporto. Esse acontecimento complica o relacionamento dos dois. Jacob tem um trabalho estável como designer de móveis em Los Angeles e Anna não pode entrar nos Estados Unidos.

A história desenrola entre vários dramas e vários términos entre os dois durante o decorrer do filme, porém a beleza do filme é em como os sentimentos são tão transparentes e até mesmo no silêncio dos personagens é possível captar o afeto, o carinho e o amor um pelo outro.

Diferente de outros filmes de romance, o final não é tão óbvio e você se pergunta se tudo vai ficar bem mesmo quando o filme acaba. O filme é de uma delicadeza incrível e diversas vezes gritei de frustração junto com os personagens e até mesmo chorei com eles. Definitivamente, uma boa indicação para quem gosta de filmes de romance “reais” (como por exemplo Blue Valentine).

Freaks and Geeks

Freaks and Geeks é uma série americana que foi televisionada em 1999 e conta a história de dois distintos grupos de amigos (os freaks e os geeks) nos anos 80. A série infelizmente foi cancelada pela baixa audiência e nem as ótimas críticas conseguiram forçar o canal americano a produzir uma segunda temporada.

Lindsay e Sam são irmãos e os protagonistas da série e, por isso, a série tem dois focos: o que acompanha Lindsay, uma matleta do último ano que acaba se tornando amiga dos freaks do colégio após alguns acontecimentos, e o que acompanha Sam, um geek que está no primeiro ano do ensino médio.

Os 18 episódios da temporada passam voando, pois é fácil se apegar e se identificar com os personagens. Sam e Lindsay são os protagonistas, mas a vida de cada um é bem explorada e bem contada. Os dramas, mesmo representando os anos 80 e sendo televisionado nos anos 90, são mais atuais que nunca. Ouso dizer que é a série adolescente mais “pé no chão” de todas quando comparada a um universo como Gossip Girl, Pretty Little Liars, entre outros.

Não conseguiria dizer mais coisas sobre a série sem soltar spoilers e afirmo aqui que ver essa série foi a melhor coisa que eu fiz para mim mesma em 2016. Altamente recomendado para quem ama o tema adolescente dos anos oitenta e quer ver uma dramédia muito bem roteirizada.

Ps. A trilha sonora da série é ótima e, com certeza, um dos vários pontos altos da série.

 

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