Sei que esse blog tem o nome de “Cinema em Palavras”, mas eu não posso deixar de comentar sobre seriados. Desde já aviso que o texto abaixo CONTÉM SPOILERS.

White Collar é uma série que conta a história de uma parceria entre Neal Caffrey (vigarista e forjador de obras de arte) e Peter Burke (agente do FBI). Burke captura Neal quando o mesmo foge da cadeia para ir atrás do amor de sua vida, Kate, porém Neal não volta para a prisão, um acordo entre ele e o agente faz com que Neal fique com uma tornezeleira eletrônica e ajude o FBI com os casos mais complicados com sua experiência em golpes.

Kate, a amada de Neal, torna-se refém de alguém muito poderoso que, ao decorrer da temporada, só descobrimos que faz parte do FBI. Neal tem como objetivo encontrá-la.

O seriado tem a dinâmica de Dr. House e diversas outras séries. A história principal acontece durante toda a temporada, ou seja, a busca por Kate e o agente Burke começando a confiar em Neal e, a cada episódio, casos do FBI são resolvidos com a ajuda de Neal. Desta forma, a série não é cansativa e diversas descobertas úteis para os casos diários do FBI acabam ajudando Neal em sua busca.

A primeira temporada contém 15 episódios e acaba da forma mais eletrizante possível, a morte de Kate no avião em que ela e Neal usariam para escapar. A pergunta de quem matou Kate fica rondando nossos pensamentos e diversas teorias são criadas, aliás, temos diversos suspeitos e diversos motivos, entre eles um objeto importantíssimo para o andamento do seriado: A caixa de música.

Matt Bomer é único no papel de Neal Caffrey e a amizade de seu personagem com Peter Burke é divertida, intensa e verdadeira.

Outros personagens importantes são apresentados e caem na graça do público, entre eles: Mozzie, Elizabeth, June, Sara, Diana, Jones, etc.

Recomendo este seriado para quem quer uma série em tom leve, porém intrigante.

 

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